Exati Tecnologia https://exati.com.br Por Cidades Melhores Tue, 24 Dec 2019 14:03:03 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3.2 https://exati.com.br/wp-content/uploads/2020/01/cropped-Simbolo-Exati-Esp-32x32.png Exati Tecnologia https://exati.com.br 32 32 5 benefícios da modernização do parque de Iluminação Pública https://exati.com.br/2019/12/24/5-beneficios-da-modernizacao-do-parque-de-iluminacao-publica/ https://exati.com.br/2019/12/24/5-beneficios-da-modernizacao-do-parque-de-iluminacao-publica/#respond Tue, 24 Dec 2019 14:03:03 +0000 https://blog.exati.com.br/?p=2104 Os serviços públicos nos municípios brasileiros correspondem a dois terços de todo o consumo de energia elétrica do país. Além disso, do total de emissão de gases do efeito estufa no Brasil, 70% estão relacionados ao consumo na iluminação pública.

A melhor solução para esse problema é realizar a modernização da iluminação dos municípios, porque, além da economia para o poder público, há também diversos benefícios para a população que usufrui dos recursos, como:

  • Mais segurança.
  • Economia de energia.
  • Redução nos gastos.
  • Sustentabilidade.

A principal forma de renovar o parque de iluminação é através da troca das lâmpadas de vapor metálico pelas de LED, que possuem maior duração e poluem menos o meio ambiente. 

Confira todos os benefícios da modernização desta área nos tópicos abaixo:

Economia no consumo de energia

Através de sistemas de conectividade e gestão, há um controle em tempo real de todo o parque de iluminação pública, o que gera uma economia mínima de 45% no consumo de energia em cidades que utilizam o sistema, como Belo Horizonte.

Além disso, as já citadas lâmpadas de vapor metálico são substituídas pelas de tecnologia LED, que tem duração quatro vezes maior, com um fluxo luminoso consistente em até 70% de sua vida útil.

Fonte: Ministério de Minas e Energia (MME) e Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ) – Iluminação Pública Municipal – Programas e Políticas Públicas, Orientações Para Gestores Municipais

Como pode ser visto na imagem, as vantagens oferecidas pelas lâmpadas LED incluem:

  • Vida útil longa, com até 90 mil horas.
  • Possibilidade de dimerização (controle de intensidade) através de sistemas de telegestão.
  • Economia de energia de 40% a 60%.

O emprego dessas tecnologias contribuem no aumento da eficiência energética, o que, por sua vez, gera uma redução nos custos de energia do município. O controle de maneira remota do parque de iluminação proporciona uma redução também nos custos de operação e manutenção preventiva, possibilitando a integração com o conceito de Cidades Inteligentes.

Redução nos custos 

A modernização do parque de iluminação pública é capaz de reduzir os custos municipais relacionados tanto ao consumo de energia quanto com as manutenções emergenciais.

Em relação aos gastos com eletricidade, a cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais, promoveu a instalação de 33 mil lâmpadas de LED, que significa uma economia anual de aproximadamente R$ 25 milhões, com a redução de 45% dos gastos com eletricidade.

Segundo reportagem publicada no Diário do Comércio, por causa da vida útil de até 90 mil horas das lâmpadas, o custo com a manutenção também tem redução estimada de 56,4%, porque as trocas acontecem com muito menos intensidade.

Graças às reduções citadas pelo governo de Belo Horizonte, o prefeito decretou que será repassado à população uma economia de 10,5% na taxa de iluminação da cidade. Por mais que os custos iniciais para efetuar a troca das lâmpadas seja elevado, os benefícios atingem todas as esferas: população, poder público e empreiteiras particulares.

Por serem mais duráveis, as lâmpadas de LED também trazem muita economia no sentido de não precisarem ser trocadas com frequência. Uma lâmpada dessas dura 50 vezes mais do que uma incandescente e cinco vezes mais do que uma fluorescente.

A cidade de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, após a modernização do parque de iluminação pública, tem expectativa de gerar uma economia de mais de R$ 400 mil. O gasto apenas com as despesas de manutenção terá redução de 65,97% por lâmpada. 

Aumento da segurança pública

A criminologia clássica se preocupa com o crime depois que a fatalidade ocorreu. Porém, intervenções no ambiente em que a criminalidade ocorre envolve demandas de infraestrutura urbana para diminuir os índices de delitos.

Entre março e agosto de 2016 os pesquisadores do Bureau Nacional de Pesquisa Econômica, nos Estados Unidos, realizaram um estudo em parceria com a polícia metropolitana de Nova York. Foram sorteadas 40 ruas de um total de 80 em que o crime não havia declinado nos últimos anos, como aconteceu no restante da cidade.

As localidades sorteadas receberam mais de 300 torres de luz distribuídas de acordo com o tamanho da área que deveria ser iluminada. Após os seis meses de experimento, foi registrada uma redução de 36% nos crimes ocorridos durante a noite nessas 40 ruas.

Ainda, a iluminação pública dá sensação de bem-estar para o cidadão e a sociedade como um todo, elevando a qualidade de vida da população. A modernização do parque é capaz de aumentar ainda mais o potencial energético para tornar isso possível.

Atendimento de chamados

A satisfação dos moradores dos municípios é o principal e mais claro objetivo de uma boa iluminação pública. Por isso, é necessário conquistar o status de atendimento eficiente e confiável, com alta disponibilidade dos colaboradores, fácil implantação, integração, registro rápido dos chamados e vinculação de atendimentos na mesma região.

Através do cadastramento georreferenciado é feito um mapeamento de todos os postes da cidade, que faz com que o município tenha dados como:

  • Quantidade total de pontos de iluminação.
  • Tipos de lâmpadas instaladas.
  • Identificação de pontos apagados.
  • Luminárias quebradas.
  • Localização de problemas.

Esses dados, além de ajudar na manutenção preventiva e de emergência, também são boas ferramenta para os cidadãos, que, ao reportarem um problema relacionado à iluminação, podem ter seu chamado atendido rapidamente por se saber exatamente onde está o problema.

Todos esses dados são armazenados e agrupados, o que elimina reclamações sobre o mesmo ponto feitas mais de uma vez, por exemplo. Em relação aos serviços de emergência, essas informações facilitam que as equipes se organizem e desenvolvam rotas otimizadas para chegar até os locais necessários.

A transmissão dos dados em tempo real possibilita um controle de todos os dispositivos, por se ter uma noção das necessidades imediatas ㅡ se está noite, nublado ou em clima chuvoso, a cidade precisa de uma iluminação mais intensa.

Mercado aquecido

Além de todos os benefícios apontados anteriormente, a modernização do parque de iluminação pública é capaz de movimentar muito a economia. No Brasil, se todos os locais públicos tivessem suas lâmpadas substituídas pelas de LED, haveria uma movimentação de R$ 27,8 bilhões, segundo dados do Banco Mundial.

Em 2018, foi estimado pela empresa Navigant Research Leaderboard: Smart Street Lightning (Ranking de Pesquisa de Navegantes: Iluminação Pública Inteligente em tradução livre) que o mercado global do segmento deveria movimentar US$ 837,4 milhões naquele ano.

Essa receita anual deve crescer para US$ 8,3 bilhões até 2027, que representa uma taxa de crescimento de 28,9% por ano. 

Os parâmetros que tornam a gestão da iluminação pública um mercado de bom investimento são os potenciais de crescimento em curtos espaços de tempo, a automatização da rede e a eficiência para a execução dos projetos.

O plano econômico desenvolvido nessa área proporciona um grande retorno financeiro entre os diversos segmentos que englobam a iluminação.

 

Lâmpadas de vapor metálico, sódio e mercúrio funcionam por meio de uma descarga elétrica no tubo de vidro ㅡ que contém gases em seu interior ㅡ transformando energia elétrica em luminosa. Esses gases, contudo, tem potencial contaminador no solo, e anualmente 49 milhões de lâmpadas são descartadas. Isso representa um potencial poluidor de 1.000 kg de mercúrio. 

Toda essa contaminação ao meio ambiente pode ser evitada com o uso de lâmpadas LED. Além de ser uma prática sustentável, a Philips, empresa holandesa de produtos voltados à tecnologia, estima que a troca global da iluminação por sistemas mais eficientes pode gerar uma economia de 50% no consumo elétrico.

Conheça mais sobre as Smart Cities (ou cidades inteligentes) e entenda sobre a aposta na tecnologia para aumentar a qualidade dos serviços oferecidos à população!

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Arborização: quais os benefícios para as cidades? https://exati.com.br/2019/12/06/arborizacao-quais-os-beneficios-para-as-cidades/ https://exati.com.br/2019/12/06/arborizacao-quais-os-beneficios-para-as-cidades/#respond Fri, 06 Dec 2019 16:34:52 +0000 https://blog.exati.com.br/?p=2100 Você já deve ter passado por diversos lugares da cidade e visto ruas com grandes árvores e flores, não é mesmo?  Muito provavelmente as sensações que sentiu foram positivas, sobretudo se tiver enfrentado um dia de temperaturas elevadas. Entretanto, os benefícios vão bem além da sensação térmica.

De acordo com o levantamento do IBGE (2010), Goiânia é cidade mais arborizada do Brasil. São mais de 1.200 árvores espalhadas por toda a cidade, representando um total de 89,3% de áreas arborizadas.

Além de ocupar o pódio no cenário nacional, Goiânia também está entre as mais arborizadas no ranking mundial: Ocupa a segunda colocação geral, atrás de Edmonton, Canadá.

Uma cidade com um bom planejamento verde pode melhorar a qualidade de vida, índices de poluição atmosférica e até mesmo o desenvolvimento psicossocial da população. 

Para descobrir quais os benefícios da manutenção de áreas verdes na cidade continue a leitura.

Baixa nos índices de poluição atmosférica.

Os dados são alarmantes. Segundo o levantamento Saúde Brasil 2018, do Ministério da Saúde, a incidência de mortes por conta da poluição atmosférica teve um aumento de 14% nos últimos dez anos. Em 2006 foram 38.782 casos enquanto em 2016, 44.228. 

O agravamento das chamadas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), sobretudo as que atingem as vias respiratórias e outras estruturas pulmonares como, por exemplo, a asma, bronquite, rinite alérgica e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), tem se tornado um problema de saúde pública em diversas regiões do mundo.

Essas doenças são desenvolvidas no decorrer da vida e muitas são preveníveis. Já outras, são passíveis de se controlar por meio de prática de exercícios, alimentação saudável e tratamento com medicação controlada, melhorando a qualidade de vida daqueles que convivem com as doenças.

Além de afetar a saúde da população, a poluição impacta diretamente nos serviços de saúde disponibilizados pelo Estado. Ainda de acordo com o levantamento, somente no ano de 2018 o custo com internações devido a problemas respiratórios ultrapassou R$ 1,3 bilhão. 

Os últimos dados divulgados pela Secretaria da Saúde do Paraná revelaram que, somente em Curitiba (uma das maiores cidades do Brasil), foram registrados 5.535 óbitos por agravamento de doenças respiratórias crônicas. É um grave problema que tende a piorar diante do rápido e descontrolado processo de urbanização.

Porém, esses dados poderiam ser diferentes. Uma alternativa para reduzir os índices de poluição nas cidade é a utilização da arborização. Mais que uma questão estética, a vegetação possui um papel importante. 

A partir do processo de fotossíntese, as árvores são capazes produzir oxigênio retirando o CO2 (Dióxido de carbono ou gás carbônico) do ambiente. Indivíduos adultos e saudáveis podem transformar até 150kg de CO2 por ano. No caso de Goiânia, citada anteriormente, somente com a arborização mais de 180 toneladas de poluentes são removidos da atmosfera todos os anos. 

Redução da sensação térmica

De acordo com o estudo Planting Healthy Air, elaborado em 2016 pela The Nature Conservancy – uma organização internacional referência na conservação da biodiversidade e do meio ambiente – as árvores e outros vegetais (sobretudo os de médio e grande porte) são capazes de reduzir a temperatura de um ambiente de duas formas. 

A primeira diz respeito à redução dos impactos diretos dos raios ultravioleta. Isso acontece porque a cobertura vegetal nas cidade é responsável pela absorção de 95% da radiação solar, impedindo que atinjam as superfícies de concreto e o asfalto.

Ao mesmo tempo em que evitam o acúmulo de calor, as árvores mantêm e ajudam no controle da a umidade relativa do ar. Essa é a sua segunda função. 

Durante seu processo de crescimento, as árvores executam o processo de transpiração. Essa ação ocorre em qualquer parte da planta que esteja acima do solo, mas são as folhas as principais protagonistas nessa função. Assim, a água presente e seu interior passa ao ambiente externo na forma de vapor. 

Já as raízes são responsáveis pela função de absorção. Dependendo do porte, uma árvore pode extrair até 100 litros de água do solo, direcionando-a ao restante do indivíduo para o processo de transpiração. 

Com esse mecanismo, as árvores podem diminuir a temperatura do ambiente em que estão inseridas. De acordo com especialistas, tal redução pode variar entre 2 e 8 graus, dependendo da cobertura vegetal da região. Como resultado há:

  • Maior umidade relativa do ar e consequente conforto para respirar.
  • Diminuição dos impactos das ondas de calor, comuns em algumas regiões.
  • Redução no consumo de energia elétrica utilizada por equipamentos de ar condicionado e umidificadores de ar.

Mais qualidade de vida

Além da melhoria na qualidade do ar e da redução significativa da sensação térmica, a arborização diminui a amplitude dos ruídos urbanos e gera sensação de bem estar. 

A cobertura vegetal densa atua como uma espécie de isolante acústico, interferindo diretamente nos impactos da poluição sonora, responsáveis pela surgimento de sintomas de estresse, insônia e, dependendo da intensidade, pode provocar surdez, hipertensão, AVC (acidente vascular cerebral) e até infarto.

De acordo com a Trees Are good, organização não governamental que tem apoio da International Society of Arboriculture (ISA), as árvores e demais plantas transmitem ao ser humano sensações positivas:

  • Efeito calmante.
  • Redução significativamente a fadiga e os níveis de estresse do local de trabalho.
  • Reduz o desgaste emocional causado pelo trânsito e congestionamentos.

A arborização também permite que seja a biodiversidade da região seja conservada. Nesse sentido, folhas, frutos, madeira e raízes servirão de alimento e abrigo para diversos seres vivos, sejam nativos ou aves migratórias.

Além disso, graças a amplitude das raízes, os processos erosivos podem apresentar redução de 40 a 250 vezes, dependendo dos demais fatores ambientais da região. Ao mesmo tempo, zonas verdes são mais valorizadas no mercado imobiliário.

Planejamento é a palavra chave!

Apesar de todos os benefícios listados anteriormente, é importante destacar a necessidade de executar um planejamento para o plantio de árvores e criação de áreas verdes, bem como projetos de manutenção preventiva a fim de evitar acidentes e demais riscos à população. 

A implantação da arborização sem planejamento associada à diversidade de equipamentos urbanos gera conflitos subterrâneos e aéreos como, por exemplo, a danificação do sistema de abastecimento de água, tubulações de esgotos domésticos e industriais além das redes de distribuição de energia elétrica.

Existem determinadas espécies de plantas indicadas para compor o cenário urbano, resguardando e garantindo o correto funcionamento dos sistemas básicos sem perder as características do bioma local.

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Caso de sucesso: Santos https://exati.com.br/2019/12/04/caso-sucesso-santos/ https://exati.com.br/2019/12/04/caso-sucesso-santos/#respond Wed, 04 Dec 2019 16:14:52 +0000 https://blog.exati.com.br/?p=2092 Em agosto de 2015 o Consórcio Sadenco, Quantum e Fortnort (SQE), uma parceria entre empresas dos setores energéticos e de engenharia, foi contratado pela prefeitura de Santos para a gestão completa do sistema de iluminação pública (IP) do município.

Logo no início da execução dos trabalhos, a empresa encontrou dificuldades no mapeamento dos pontos de iluminação. Então, em setembro de 2015, apenas um mês após o início da PPP, a Exati firmou uma parceria com ambos os setores para que, em conjunto, novas ações fossem tomadas para melhorar a qualidade de vida da população da cidade.

Problemas enfrentados

Antes da contratação da SQE, a prefeitura de Santos enfrentava diversas dificuldades na gestão da iluminação pública da cidade. Por isso, quando o consórcio assumiu gerenciar esse setor, o desafio foi grande.

  • Não se tinha noção da quantidade de pontos de iluminação existentes no município.
  • Não havia o controle desses pontos.
  • Depreciação do parque de iluminação.
  • Mais de 4 mil reclamações pendentes relacionadas à iluminação da cidade.

Desta forma, em consenso com a prefeitura, a diretoria do consórcio iniciou a busca por um software que pudesse realizar toda a coordenação dos processos de transição. Assim nasceu a parceria com a Exati!

A solução apresentada pela Exati

Com a implementação do software da Exati, a primeira ação realizada foi o cadastramento de todos os pontos de IP de Santos. Graças à plataforma, as equipes de campo puderam fazer o trabalho de maneira offline com tablets e smartphones porque, ao voltar para a sede, onde havia conexão, os dados eram atualizados automaticamente no sistema.

Devido a esse cadastramento, durante qualquer ação das equipes de campo é possível fazer o acompanhamento tanto dos chamados atendidos quanto do histórico dos equipamentos usados e o controle do estoque. 

A coleta e o armazenamento desses dados facilita a realização de manutenções preventivas e corretivas, porque toda a parte de organização operacional é integrada, desde a otimização das rotas até pedidos diretos de correções por parte da população. 

Os gestores da SQE passaram a ter na palma da mão ㅡ através de smartphones, tablets e desktops ㅡ acesso a relatórios de tarefas realizadas e a produtividade dos colaboradores.

Resultados obtidos

Depois da utilização recorrente do software da Exati, as equipes foram capazes de realizar os trabalhos de forma mais rápida, segura e simples, com mais qualidade no serviço e no atendimento à população.

Os serviços passaram a ter duração média de 10 minutos, porque há o controle exato dos prazos, dos materiais utilizados e os veículos necessários. Além disso, no final das ações havia a informação de qual o contribuinte a realizou e quanto tempo levou ㅡ e isso facilitou a redução dos custos operacionais por meio da análise dos dados coletados.

Em janeiro de 2016, quatro meses após a implantação do sistema da Exati,  o número máximo de lâmpadas apagadas durante a noite já era inferior a 2%, dado obtido a partir da Avaliação da Qualidade e Continuidade da Iluminação Durante a Noite, realizada pela fiscalização municipal. 

Já em fevereiro de 2017, a parceria obteve a média de 96,08% do projeto de troca da iluminação pública executado ㅡ 10.306 pontos de luz foram renovados para contribuir com a modernização da iluminação pública do município.

Toda essa modernização do parque de IP fez com que o volume de reparos realizados caísse em 75%. É evidente a satisfação da prefeitura de Santos, que se tornou capaz de atender sua população da melhor forma possível!

Assista ao depoimento de João Paulo Assis, gerente de contrato, e outros colaboradores do consórcio Sadenco, Quantum e Fortnort, responsáveis por manter o município iluminado com a ajuda do software de gestão de iluminação pública da Exati:

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As vantagens da gestão de resíduos nas cidades https://exati.com.br/2019/11/26/as-vantagens-da-gestao-de-residuos-nas-cidades/ https://exati.com.br/2019/11/26/as-vantagens-da-gestao-de-residuos-nas-cidades/#respond Tue, 26 Nov 2019 17:29:07 +0000 https://blog.exati.com.br/?p=2085 O descarte de lixo é um dos maiores problemas enfrentados pela humanidade.

Isso porque, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizados por meio da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB), apesar de 99,96% dos municípios brasileiros terem serviços de manejo dos resíduos sólidos, 50,75% deles o fazem por meio da disposição em vazadouros, 27,68% em aterros sanitários e 22,54% em aterros controlados.

O maior problema é que, apesar de aterros sanitários poderem ser construídos com base em legislações, todos os anos, mundialmente, a sociedade desperdiça 2,12 bilhões de resíduos. Deste número, a maioria poderia ser reciclada, mas acaba não sendo por causa da má gestão dos resíduos sólidos.

No Brasil, ao ano são produzidas cerca de 78,6 milhões de toneladas de resíduos sólidos, e apesar de 31,9% desse total serem recicláveis, apenas 3% de fato é, e mais de 3 mil municípios brasileiros descartam os materiais em locais impróprios.

Por causa dos diversos pontos elencados, é essencial que o poder público, o parque industrial e a população se unam para gerenciar e dar o destino correto aos resíduos, visando um consumo mais sustentável. 

Veja as vantagens garantidas por diferentes áreas e recursos relacionados à gestão de resíduos urbanos nas cidades:

Vantagens da gestão de resíduos

A busca por diferentes soluções na área de resíduos é resultado de uma demanda que a própria sociedade tem, em que mudanças são necessárias para que os custos socioeconômicos e ambientais não atinjam níveis cada vez mais exorbitantes. 

A palavra “lixo” acabou ganhando um novo significado, porque quase tudo o que é descartado pode voltar para o processo produtivo de alguma forma, e até mesmo reduzir significativamente as emissões de CO², porque matérias-primas virgens são extraídas do meio ambiente com menos frequência.  

Os resíduos sólidos podem adquirir valor comercial e serem transformados em matéria-prima ou novos insumos, por isso que a implantação de um plano de gestão traz reflexos positivos sociais, ambientais e econômicos. 

É estimado que o mercado de coleta e reprocessamento industrial de materiais recicláveis movimente cerca de R$ 12 bilhões ao ano segundo dados do Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre). Ou seja, além de tudo, esse nicho é capaz de gerar mais empregos para a população, o que contribui com a economia nacional. 

Entre 2010 e 2016, os municípios que operam algum tipo de coleta seletiva quase triplicaram, o que é um bom termômetro de como o setor está se aquecendo para a tomada de novas decisões benéficas para a sustentabilidade das cidades.

Ainda segundo dados do Cempre, a cada R$ 1 que é investido no saneamento adequado ㅡ o que inclui a coleta seletiva de resíduos ㅡ são economizados cerca de R$ 4 em serviços de saúde pública.

Em relação aos resíduos orgânicos, os dados também são alarmantes: segundo o Ministério do Meio Ambiente, cerca de 800 milhões de resíduos orgânicos são gerados anualmente. Apesar do volume exorbitante, é calculado por dados do próprio governo que 100% desse total pode ser destinado a outras atividades favoráveis, como a compostagem.

As sobras que são desperdiçadas podem alimentar cerca de 19 milhões de pessoas, porque, dentro da cadeia produtiva, o que é resíduo em um dos processos pode se tornar matéria-prima em outro, neste caso principalmente a partir da geração de adubo orgânico para aplicação na agricultura.

Trata-se não apenas de diminuir o consumo, mas também proporcionar a abertura de novos mercados ㅡ e, assim, gerar mais emprego e renda. 

Cidades inteligentes

As cidades inteligentes vêm melhorando consideravelmente o estilo de vida sustentável de seus moradores, principalmente através da aplicação de energias renováveis e métodos eficientes para tratar a questão de resíduos sólidos urbanos.

Um dos pontos para que uma cidade seja considerada smart é, aliás, a geração com eficiência de uma coleta seletiva, além do funcionamento de um sistema de reciclagem de forma eficaz. 

Um município que implementa esse sistema de coleta consegue atingir diversos benefícios, como:

  • Cidade mais limpa.
  • Diminuição de gastos com limpeza urbana.
  • Diminuição da contaminação de alimentos.
  • Geração de emprego e renda para famílias menos assistidas socialmente.
  • Diminuição da proliferação de vetores e doenças (provenientes de mosquitos e ratos ㅡ como a dengue, febre amarela, zika, chikungunya e leptospirose.
  • Aumento da qualidade de vida da população.

PNRS

A Lei Federal nº 12.305/10 institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que propõe a redução da geração de detritos e o aumento da reciclagem e da reutilização desses materiais. Há uma exigência legal para que o país, os estados e os municípios promovam diferentes ações para viabilizar a destinação correta de todos os materiais descartados pela população e órgãos públicos.

As metas criadas pela Lei vão desde a tentativa de eliminação dos lixões até a instituição de instrumentos de planejamento a nível nacional, estadual e municipal, e a imposição da elaboração de um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.

Isso coloca o Brasil em um nível de igualdade com países mais desenvolvidos, porque há uma constante busca pela inovação e inclusão de profissionais capacitados para o recolhimento dos materiais recicláveis e reutilizáveis.

Há também o estabelecimento de uma logística reversa dos resíduos, que atribui parte da responsabilidade às empresas. Por meio do reaproveitamento e da inserção dos detritos em outros ciclos produtivos, a empresa se desenvolve nos setores econômicos e de responsabilidade social.

PPPs

As parcerias público-privadas surgem como uma solução para aumentar a eficiência do processo de gerenciamento dos resíduos sólidos. Isso porque a gestão do lixo urbano gera um custo muito alto e periódico para o poder público. As prefeituras precisam lidar tanto com os descartes da população quanto das indústrias que porventura não cumprirem seu papel de acordo com a legislação.

É a partir das PPPs que há um diagnóstico mais eficiente das necessidades municipais e a possibilidade de implantação de tecnologias capazes de modernizar os trâmites feitos até o momento.

Essas tecnologias podem suprir as mais diversas necessidades desse processo de gerenciamento, como, por exemplo, com aplicativos de informação e comunicação ㅡ como apps para os smartphones e tablets das equipes que trabalham em campo, o que barateia a fiscalização e cria um canal direto de atendimento à população. 

A georreferência também é um dos pontos em destaque com a modernização da gestão dos resíduos sólidos, porque a partir da identificação, mapeamento de pontos de coleta e a conexão através de um aplicativo para aparelhos móveis, a população fica ciente de quais são as infraestruturas mais próximas para que seja feita a entrega dos materiais recicláveis.


A Exati desenvolveu uma plataforma para auxiliar na gestão eficiente e simplificada dos resíduos urbanos. O software é um sistema que faz um gerenciamento automatizado, tornando possível o acompanhamento em tempo real das equipes e suas rotas.

Através de um mapa é possível ver onde estão os colaboradores, quais atividades estão sendo realizadas e onde as coletas estão sendo feitas, além do acesso a qualquer hora e em qualquer lugar de relatórios para acompanhar a produtividade da equipe.

O sistema oferece rotas otimizadas para facilitar o processo de coleta e descarga de resíduos, chamados de coleta por parte dos cidadãos direto do aplicativo para smartphones, garantia de gerenciamento dos estoques (desde materiais até os veículos utilizados pelas equipes), registros fotográficos de todos os trabalhos realizados e funcionalidade tanto online quanto offline para os gestores e colaboradores.

A plataforma de gestão da Exati garante a excelência nos processos e satisfação máxima dos três pilares da sociedade: o poder público, o parque industrial e, claro, da população!

Confira o nosso software especializado na gestão simplificada e eficiente dos resíduos urbanos e agende agora uma demonstração!

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Caso de sucesso: Maceió https://exati.com.br/2019/11/26/caso-de-sucesso-maceio/ https://exati.com.br/2019/11/26/caso-de-sucesso-maceio/#respond Tue, 26 Nov 2019 17:12:52 +0000 https://blog.exati.com.br/?p=2080 Uma das iniciativas do Prefeito de Maceió, Rui Palmeiras é o programa Mais Maceió que traz o desenvolvimento de ações prioritárias para o desenvolvimento da capital de Alagoas. Entre essas ações, a implementação de lâmpadas de LED em todos os bairros da capital era crucial para garantir a segurança dos cidadãos a partir da iluminação pública de qualidade.

Havendo uma proposta de parceria público-privada (PPP) para uma implementação efetiva e viável para os cofres públicos, foi feita uma parceria entre a Prefeitura de Maceió com a empresa especializada no âmbito da engenharia: a Vasconcelos e Santos LTDA.

Para que a gestão feita pela empresa fosse bem-sucedida, contudo, o que faltava era um software de gestão da iluminação pública que pudesse se adaptar à rotina da empresa sem grandes mudanças, para que os processos fossem feitos com qualidade e excelência, garantindo autonomia para a Vasconcelos e Santos e a satisfação de seus clientes ㅡ a própria prefeitura e a população de Maceió.

Foi assim que a Exati cruzou o caminho dessa empresa, para integrar os serviços oferecidos por ela em uma só plataforma e trazendo uma maior organização para o gerenciamento do parque de iluminação.

Problemas enfrentados

Sem uma parceria que proporcionasse a organização da gestão, os problemas que a Vasconcelos e Santos enfrentava eram diversos e em diferentes áreas:

  • Dificuldade na localização de pontos em que as manutenções eram necessárias ㅡ a espera estimada poderia chegar a até 1h;
  • Ordens de serviço impressas, o que demandava constante necessidade de retrabalho;
  • Relatórios difíceis de consultar, já que os dados eram mantidos em planilhas de Excel;
  • Processos desorganizados por conta dos problemas já alavancados, o que tornava tudo mais demorado (e menos produtivo);
  • Os processos estavam todos desorganizados, e isso dificultava (e muito) o trabalho que a Vasconcelos e Santos tinha, além de tornar tudo mais demorado ㅡ e mais demora significa menos produtividade.

Após muita pesquisa por parte da empresa de engenharia, eles decidiram que a Exati oferecia as melhores opções dentro do que era necessário para resolver os problemas existentes.

Como a Exati solucionou?

Quando foi firmada a parceria entre a Vasconcelos e Santos e a Exati, houve o cadastramento de todo o parque de iluminação pública, com a ajuda das equipes de campo, para o acompanhamento automático e em tempo real de todos os pontos da IP.

Controle de estoque, acesso ao histórico de equipamentos, atividades realizadas, pontos cadastrados e a produtividade das equipes em campo foram outras funções disponibilizadas pelo software para que a Vasconcelos e Santos pudesse realizar a melhor gestão possível para a prefeitura de Maceió.

Todos os dados que são coletados e armazenados servem para ordenam a realização de manutenções preventivas ou corretivas, facilitando a organização operacional e desenvolvendo uma rota otimizada para que as equipes de colaboradores cheguem mais rápido aos locais indicados. 

Os resultados obtidos com a implementação do software da Exati

O sistema da Exati permitiu que as equipes realizassem o trabalho de forma mais rápida, simplificada e segura, com mais qualidade no serviço e no atendimento à população. A produtividade de gestores e colaboradores também ficou melhor, porque houve uma diminuição considerável no tempo necessário para a execução de cada tarefa. 

Esse conjunto de parcerias tornou o trabalho muito eficiente e o atendimento aos pontos de iluminação mais rápidos, o que contribuiu para que, nos dias de hoje, a iluminação pública de Maceió fosse vista como algo que funciona de fato!

Assista ao depoimento da Renata Cavalcante, engenheira eletricista, e de outros colaboradores responsáveis por manter Maceió iluminada com a ajuda do software de gestão da iluminação pública:

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A manutenção preventiva da arborização nas cidades https://exati.com.br/2019/10/31/a-manutencao-preventiva-da-arborizacao-nas-cidades/ https://exati.com.br/2019/10/31/a-manutencao-preventiva-da-arborizacao-nas-cidades/#respond Thu, 31 Oct 2019 16:34:33 +0000 https://blog.exati.com.br/?p=2041 A manutenção preventiva da arborização é um dos pontos principais para garantir os benefícios de uma boa gestão da vegetação de uma cidade. Portanto, é por meio dela que são evitados acidentes provocados por quedas de galhos ㅡ ou até mesmo a planta inteira ㅡ e também que a perda de árvores é minimizada.

O planejamento prévio garante uma maior economia no processo de preservação da vegetação local porque uma manutenção feita de forma regular evita a contratação de serviços de emergência.

Formas de manutenção preventiva

É importante realizar uma análise detalhada de diversos pontos, como as espécies de árvores adequadas para o ambiente em questão, levando em conta qual o clima predominante na região, a drenagem que o solo oferece, a largura das calçadas, a localização de fiações de rede elétrica, as tubulações de água e esgoto.

Manutenções preventivas antes das estações mais chuvosas, por exemplo, fazem parte de um planejamento eficaz para garantir que a arborização não cause nenhum problema para a população, já que os vendavais e tempestades são os principais responsáveis pela queda de árvores e galhos. 

No quesito referente à saúde das árvores, é importante realizar um controle fitossanitário que impeça o surgimento de doenças e o ataque de pragas nas árvores, como os insetos. O uso de agrotóxico é proibido em meio urbano, então devem ser usadas práticas ecologicamente viáveis, como a fiscalização recorrente e podas recorrentes.

Podas

A maneira mais eficaz de realizar a manutenção de uma árvore no meio urbano são as podas, que podem ser tanto de adequação e emergência quanto de limpeza e formação. As duas últimas representam as podas preventivas.

A poda de formação busca reeducar a árvore para que ela cresça de uma maneira confortável, ou seja, um crescimento que não conflite com o trânsito de pedestres, veículos, e com os elementos de fiação elétrica ou encanamento de água e esgoto.

Já a poda de limpeza é utilizada para evitar que os galhos mortos ou com maior possibilidade de cair coloquem em risco a integridade dos moradores e do patrimônio público e particular. 

Substituição

A substituição de uma árvore ocorre, geralmente, para que haja a troca da espécie atual por uma que seja mais adaptada ao clima local. O processo é cuidadoso e recorrente na gestão da arborização e na manutenção preventiva, já que busca evitar problemas futuro. 

Monitoramento das árvores

Quando é inserida uma ferramenta tecnológica no sistema de gestão arbóreo, é possível alcançar uma redução nos custos operacionais de manejo de vegetação. Isso graças ao banco de dados que permite que todo o planejamento seja revisto durante o processo.

Cadastramento

O cadastramento das árvores e das áreas verdes possibilita um acesso sempre atualizado de todas as atividades que foram ou estão sendo realizadas pelas equipes de campo, gerando um maior controle dos equipamentos que já foram utilizados e de quais colaboradores estão disponíveis.

O relatório das tarefas realizadas, áreas cadastradas e a produtividade da equipe de campo também fica disponível através de softwares. Assim, é possível ter uma visão de toda a cadeia de atividades que envolvem a gestão da arborização.

Manutenção preventiva da arborização

A manutenção regular evita altos custos no processo da preservação das áreas verdes. É através do monitoramento constante das áreas cadastradas que esse serviço é feito e planejado, sendo indispensável para minimizar a perda de árvores e evitar acidentes.

Acompanhamento em tempo real

Os softwares de  gestão oferecem a integração com os dispositivos móveis de toda a equipe, sendo possível realizar o acompanhamento das operações. Os dados são atualizados através de um registro das intervenções preenchido pelos colaboradores, assim toda a documentação fica arquivada em uma só plataforma.

Os tópicos acima garantem a minimização dos serviços de emergência e uma agilidade muito maior no tempo de resposta dos órgãos do poder público, porque há a atualização dos dados em tempo real, que permite a visão de toda a cadeia de atividades que envolvem a gestão da arborização.

Com isso, todas essas questões contribuem para a realização de manutenções preventivas mais eficazes e uma maior economia dos recursos urbanos, que gera práticas mais sustentáveis ao meio ambiente.

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Manutenção viária: importância da pavimentação para as cidades https://exati.com.br/2019/10/31/manutencao-viaria-importancia-da-pavimentacao-para-as-cidades/ https://exati.com.br/2019/10/31/manutencao-viaria-importancia-da-pavimentacao-para-as-cidades/#respond Thu, 31 Oct 2019 16:30:59 +0000 https://blog.exati.com.br/?p=2044 Todos os dias milhões de pessoas trafegam pelos diversos espaços da cidade. 

De acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o último levantamento sobre a densidade demográfica do país, realizado em 2010, revelou que São Paulo é a maior cidade em extensão e em número de habitantes. 

Além disso, também é a cidade com a maior frota de veículos. De acordo com estatísticas do Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN), são quase nove milhões de carros, motos, caminhões, ônibus e demais maquinários pesados em circulação.

Por conta do grande fluxo de pessoas e veículos, diversos  problemas podem ser identificados tanto em vias urbanas quanto em rodovias estaduais e federais. 

Esse fluxo é responsável pela ocorrência de acidentes em grandes proporções, seja por falhas humanas, sinalização de trânsito inadequada ou inexistente e até mesmo danos estruturais que comprometem a segurança nas vias.

Por esse motivo, a manutenção viária torna-se um tema de interesse público, afinal, uma via precisa comportar todas essas pessoas e veículos com índices de qualidade satisfatórios. 

Veja, a seguir, qual a importância de se investir na pavimentação e manutenção das vias públicas!

Por que pavimentar as ruas?

A história da pavimentação no Brasil tem início na década de 1950 com a chegada da indústria automobilística. Para iniciar o processo de industrialização, os governos de Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek deveriam oferecer garantias de atuação no mercado brasileiro e, para isso, estradas deveriam existir para comportar o fluxo de veículos.

Desde então, o que temos visto é a crescente utilização desse tipo de material, justamente por apresentar uma série de benefícios. Essa camada densa tem como função:

  • Resistir e distribuir ao subleito os impactos na superfície.
  • Melhorar as condições de rolamento, proporcionando comodidade e segurança.
  • Resistir aos esforços horizontais, ou seja, as forças exercidas pelo deslocamento nas vias, tornando mais durável a superfície de rolamento.

As espessuras das camadas constituintes de uma obra de pavimentação irão depender de características como, por exemplo, tipo do terreno, intensidade do tráfego e qualidade dos materiais empregados nas diferentes camadas estruturais do pavimento.

Hoje, essa estrutura é responsável por uma série de benefícios à sociedade, uma vez que permite a conexão com outras regiões da cidade, facilitando o acesso da população aos diversos serviços e opções de lazer ou, simplesmente, a estabelecer a melhor rota para deslocamento.

Mas e quando as vias já estão deterioradas? Como proceder? 

Continue a leitura e descubra.

Como acontecem as obras de manutenção?

Quando se fala em obras é quase impossível deixar de mencionar as tradicionais ordens de serviço como partes essenciais desses processos, atuando como mecanismos de controle de execução e qualidade. 

É por meio desse tipo de documento que os funcionários terão acesso às suas demandas do dia, bem como os equipamentos e materiais necessários para execução do serviço dentro do tempo estipulado e com o maior índice de satisfação.

Para o trabalho de manutenção das vias há possibilidade de realizar dois tipo de procedimentos: preventivos e corretivos.

Procedimentos preventivos

Nesse caso, o objetivo é prevenir ou amenizar os efeitos dos agentes climáticos e mecânicos. Em outras palavras, isso quer dizer que há interferência direta dos raios solares, da ação das chuvas e das variações de temperatura, assim como dos desgastes provocados pela uso contínuo e demasiado das vias.

Cada ação de manutenção preventiva dependerá dos diagnósticos realizados pelos profissionais responsáveis. Nessa categoria, há utilização de parâmetros de qualidade para o correto manejo dos equipamentos e materiais trabalho. Nesse sentido, é comum utilizar os seguintes métodos:

  • Identificação, remoção de resíduos e selagem das trincas utilizando um compostos de alta aderência.
  • Aplicação da massa asfáltica, responsável por reduzir a entrada de água e a consequente oxidação do ligante asfáltico das camadas estruturais, prolongando a vida útil do pavimento.
  • Aplicação do microrrevestimento asfáltico, a camada final do pavimento, cuja função é reduzir o desgaste por abrasão (contato direto com o solo) e aumentar a aderência dos pneus ao longo da via.

É importante destacar que todas as obras concluídas podem ser utilizadas como base técnica para execução de novos projetos. A partir dos relatórios de obras é possível conhecer a realidade e as características de cada cidade, permitindo um melhor planejamento das soluções de mobilidade que serão aplicadas a cada situação.

Procedimentos corretivos

De acordo com especialistas da área de engenharia, o ideal é promover intervenções corretivas de modo esporádico, focando sempre em ações de prevenção. Dessa forma, evita-se que as vias fiquem com muitas deformidades causadas por remendos, saindo dos padrões adequados para rodagem. 

Entretanto, a deterioração é inevitável, ainda mais em trechos com tráfego intenso. As propriedades físicas da camada de asfalto mudam com o tempo. Em geral, quando a pasta de asfalto envelhece, sua viscosidade aumenta e se torna mais rígida e quebradiça.

Em algum momento ações mais intensas serão necessárias para resolver os problemas identificados. Para tanto, antes de executar quaisquer que sejam as medidas corretivas deve-se elaborar um projeto com todas as especificações da obra, equipamentos necessários e dimensionamento do pavimento.

Esse processo evita o desperdício de materiais e reduz os esforços das equipes de trabalho, otimizando o tempo nas operações de manutenção. Há casos emergenciais em que não se tem um projeto definido e, por essa razão, é comum que as prestadoras de serviço utilizem uma espécie de receita genérica para solução dos problemas.

As práticas relacionadas aos procedimentos corretivos são:

  • Remendo superficial do pavimento, a depender da profundidade do defeito existente.
  • Remendo profundo do pavimento, quando os danos atingiram camadas subjacentes. Aqui, há todo um trabalho de escavação para, então, recompor as camadas estruturais.
  • Aplicação de microrrevestimento asfáltico para isolamento da área e conforto na rodagem, bem como a reaplicação das sinalizações viárias.

Modernização das vias urbanas

Uma cidade moderna e bem estruturada não se preocupa apenas em realizar a manutenção de suas ruas e avenidas. Há outros fatores que proporcionam conforto, harmonia e segurança no deslocamentos da população que também necessitam de cuidados especiais. 

Um deles trata-se das áreas paralelas às vias, destinadas exclusivamente aos pedestres: as calçadas. Um estudo promovido pela Campanha Calçadas do Brasil 2019, realizado pela Mobilize Brasil em setembro, avaliou a condição de calçadas, sinalização para pedestres, conforto e a segurança para quem caminha nos entornos de edificações públicas nas capitais Brasil afora.

O levantamento apontou que nas capitais do país encontram-se calçadas estreitas, buracos, degraus, postes, faixas de travessia apagadas, semáforos ausentes ou deficientes, ambientes poluídos e ausência de locais para descanso e refúgio de dias quentes ou de chuva. 

Tudo isso afeta diretamente o simples ato de andar pelas vias públicas de forma ergonômica, sustentável e segura.

É importante destacar que este estudo somente analisou as calçadas considerando o entorno de prédios públicos nas capitais do Brasil. Portanto, pode-se imaginar que esse tipo de situação se repita por todo o território brasileiro.

Além das calçadas, os serviços de limpeza, coleta de resíduos e o manejo de vias arborizadas também fazem parte do conjunto de estratégia de manutenção viária. 

Todas essas ações atuam como prevenção a possíveis acidentes, uma vez que se passa a levar em consideração todos os aspectos que ofereçam riscos ao deslocamento da população. 

Desse forma, a manutenção se torna eficiente e gera segurança, assegurando o direito de ir e vir de todos aqueles que utilizam essa estrutura.

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Gestão da arborização urbana: conheça os benefícios https://exati.com.br/2019/10/30/gestao-da-arborizacao-urbana-conheca-os-beneficios/ https://exati.com.br/2019/10/30/gestao-da-arborizacao-urbana-conheca-os-beneficios/#respond Wed, 30 Oct 2019 19:51:00 +0000 https://blog.exati.com.br/?p=2033 Arborização urbana nada mais é do que todos os elementos vegetais, que sejam de porte arbóreo, localizados dentro de uma determinada região urbanizada. Ela pode ser encontrada como áreas verdes de uso público e também  áreas verdes particulares.

Segundo Cotrone, uma grande árvore, sozinha, possui o efeito de dez ar-condicionados funcionando por 20 horas ao dia. 

Contudo, quando a implementação da arborização é feita sem planejamento prévio, as chances de haver um conflito de espaço com outros equipamentos urbanos de maior complexidade é grande. Nas vias subterrâneas e aéreas existem diversos empecilhos ㅡ como os cabos que alimentam a rede elétrica ㅡ que podem ter seu funcionamento comprometido com as raízes e copas das árvores.

A responsabilidade da realização de uma boa arborização da cidade é do município, desde toda a implantação até a gestão. É o poder público que deve disponibilizar os técnicos e agentes do meio ambiente, além dos recursos para todas as etapas do plantio, poda das árvores e a supressão quando necessário.

Monitoramento e cadastramento georreferenciado

É parte essencial da gestão da arborização realizar o monitoramento. Para que esse acompanhamento seja o mais efetivo possível, a criação de um banco de dados é muito importante, detalhando informações como a localização das árvores, suas espécies, a data do plantio, qual o porte, quais as atividades de manutenção já foram realizadas e etc. 

A utilização de um software apropriado para realizar o mapeamento das árvores garante a possibilidade de programar de maneira mais efetiva a manutenção das árvores e também as pendências de execução de serviços requeridos pela população. 

Um monitoramento adequado ajuda a gestão mais efetiva da arborização do município porque permite a visualização de dados de forma objetiva, assim, as atuações em podas emergenciais é reduzida.

Podas

As podas são os serviços mais comuns relacionados à manutenção da vegetação do município, por isso é essencial que haja um bom planejamento e gestão de como, onde e quando irão acontecer. 

A poda é necessária em duas ocasiões distintas: para que haja o aparecimento de flores e fruto ou para realizar medidas de compatibilidade entre a árvore e os outros componentes urbanos. Existem quatro tipos diferentes, que incluem um cuidado preventivo ou emergencial.

  • Durante uma poda de emergência é necessário remover as partes da árvore que têm potencial de causar risco à população, aos patrimônios público e particular. 
  • A poda de manutenção visa retirar da planta as estruturas velhas ou mais suscetíveis a serem quebradas pela ação do vento ou chuva. É necessário que esses galhos e folhagens sejam retirados antes de atingir o solo (ou outros componentes urbanos).
  • A poda de formação visa dar o formato adequado para a árvore enquanto ela ainda cresce, fazendo-a ser direcionada para os espaços disponíveis e livrando o tronco de ramificações indesejadas.
  • Já a poda de adequação serve para desobstruir redes aéreas ㅡ como cabos de energia ㅡ e outros elementos urbanos que podem estar sendo atrapalhados pelo crescimento da planta. 

Atendimento ao cidadão e operações em campo

É a população do município que melhor pode atualizar as empresas e o poder público sobre os status das árvores nas cidades. Após a ocorrência de um vendaval ou uma forte chuva é comum que caiam galhos ou até mesmo árvores inteiras, que podem bloquear o trânsito ou danificar algum patrimônio.

Por isso, é importante que o cidadão consiga se comunicar facilmente com os órgãos responsáveis.

Com um aplicativo conectado aos dispositivos móveis tanto das equipes de campo quanto dos cidadãos, é possível que a população abra chamados diretamente do tablet ou do celular, facilitando o acompanhamento das solicitações e também fazendo com que os funcionários entreguem as demandas o mais rápido possível.

Planejamento

O planejamento é o tópico mais importante para uma boa gestão de arborização. Todos os outros pontos giram ao redor dele, principalmente por ser essencial a representação espacial de todos os dados das árvores que serão escolhidas para integrar o processo. 

Faz-se necessária a elaboração de um documento com critérios técnico-científicos que deve considerar as características, tanto do meio urbano quanto biológicas, das espécies que forem escolhidas para compor esse plano de plantio.

É essencial que o Plano Diretor do Município inclua o planejamento arbóreo para que este seja compatível com todos os valores culturais, ambientais e de memória da cidade, já que além de ser útil para a população de uma maneira geral, as árvores também precisam agradar os moradores ㅡ e não os atrapalhar. 

Foi pensando em uma gestão simplificada e eficiente da arborização e das áreas verdes que a Exati desenvolveu um software focado no cadastramento de árvores, no atendimento ao cidadão, no planejamento da manutenção preventiva e no acompanhamento das operações em campo.

O melhor é que a plataforma funciona offline e garante uma maior agilidade de atendimento e cumprimento de serviços dedicados à melhora da qualidade de vida da população. Tanto a vida do gestor quanto da equipe externa fica mais fácil, evitando altos custos no processo de preservação da vegetação local!

Os benefícios incluem formulários digitais, que contribuem com o meio ambiente e a construção de uma imagem mais ecológica da empresa; todas as informações disponíveis através da plataforma online e offline; dados atualizados através dos registros de atividades; gráficos e relatórios a um clique; histórico de crescimento por período; fiscalização remota das árvores e canteiros; nada de papel!

Cada cidade tem as suas características próprias, que devem tornar cada gestão única e especial para o ambiente em questão. A Exati foi feita para todas! Personalize o orçamento de acordo com a sua demanda e torne a sua cidade inteligente.

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Gestão de Resíduos: Importância para as cidades https://exati.com.br/2019/10/22/importancia-da-gestao-de-residuos-nas-cidades/ https://exati.com.br/2019/10/22/importancia-da-gestao-de-residuos-nas-cidades/#respond Tue, 22 Oct 2019 14:02:14 +0000 https://blog.exati.com.br/?p=2022 Não é novidade que as cidades estão se transformando. A gestão de resíduos acompanha essa transformação!

As chamadas cidades inteligentes trazem um novo conceito ao meio urbano, criando e desenvolvendo diferentes práticas capazes de melhorar o estilo de vida da população, principalmente as que vivem em grandes centros.

Essas práticas não estão ligadas somente às questões de inovação e tecnologia, mas também a necessidade iminente de repensar a respeito de utilização de energias renováveis e no meio ambiente, buscando soluções eficientes para tratar o grave problema da destinação inadequada dos resíduos urbanos.

A partir do momento em que uma cidade implanta um plano ou sistema integrado que possibilite a gestão dos resíduos de modo correto, diversos benefícios sociais e ambientais podem ser facilmente percebidos no cotidianos desses grandes centros. 

Quer alguns exemplos? 

Há o aumento da qualidade de vida da população, uma vez que diminui-se a proliferação de vetores e doenças letais aos seres humanos; geram-se empregos e renda a partir da criação de cooperativas de coleta de material reciclável; e também há redução de gastos públicos com limpeza urbana.

Veja a seguir os motivos pelos quais se faz necessário definir estratégias, ações e procedimentos que busquem o desenvolvimento sustentável a partir do consumo responsável.

Política Nacional de Resíduos Sólidos

Desde 1981 o Brasil dispõe de uma legislação voltada à proteção do meio ambiente. De lá para cá, outras leis foram debatidas e desenvolvidas considerando os temas emergentes e as necessidades de cada época.A mais marcante é a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída a partir da Lei Federal nº12.305, em 2010. Nela, exige-se que a União, Estados e Municípios promovam ações, procedimentos e meios para viabilizar coleta e destinação corretas à todos os materiais descartados pela população, empresas e órgãos públicos.

Além disso, apresentou uma novidade ao país: a logística reversa dos resíduos. Essa norma atua como instrumento do desenvolvimento econômico e social, uma vez que sua aplicação atribui a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, seja para reaproveitamento, inserção em outros ciclos produtivos ou destinação final, desde que ambientalmente adequada.

Na prática, isso significa que cada instituição torna-se responsável pelo que produz, desde a produção até a etapa final do ciclo de vida de cada item. Entretanto, todos os marcos regulatórios não são eficientes se pensados isoladamente, ou seja, sem considerar a atuação da população na manutenção do sistema de coleta nas cidades

Afinal, a preservação do meio ambiente começa com pequenas atitudes diárias, como o consumo consciente  e o correto descarte dos resíduos sólidos.

Uma questão de saúde pública

Se os impactos ambientais, por si só, ainda não te convenceram da necessidade em mudar determinados hábitos, trouxemos outro motivo para te fazer repensar: a saúde pública.

Todas as fases do ciclo de vida dos resíduos podem, de alguma forma, afetar a vida da população, principalmente as residentes nos grandes centros urbanos. De que forma? 

Causando enchentes quando dispersos nas ruas, impedindo que o sistema de drenagem funcione adequadamente; atraindo e favorecendo a proliferação de vetores como, por exemplo, ratos, baratas e mosquitos, transmissores de doenças graves como a leptospirose, febre amarela, dengue, zika e Chikungunya.

Por essa razão, novas práticas de coleta e reutilização vem sendo implementadas gradativamente como alternativas para o gerenciamento de resíduos dentro dos centros urbanos.

Coleta Seletiva

Considerando que os serviços básicos de coleta de resíduos disponibilizados pelas prefeituras não são capazes de suprir as demandas da sociedade, a Política Nacional de Resíduos Sólidos determina que cooperativas sejam criadas para que auxiliem na coleta de materiais com potencialidade de reciclagem como, por exemplo, plástico, papelão, metal e alumínio.

Embora não esteja presente na maioria das cidades brasileiras, a prática da Coleta Seletiva é uma alternativa ecologicamente correta e também possibilita a inclusão social de uma parcela significativa da população, gerando renda e melhoria na qualidade de vida para os trabalhadores vinculados à organização.

Economia circular

Se você já utilizou mobília antiga na decoração de casa vai entender o que é a chamada economia circular e o conceito de Upcycling, surgido no ano de 1994. Ambos possuem a mesma essência: a reutilização inteligente de materiais cuja vida útil esteja próxima do fim. 

Com muita criatividade e técnicas variadas é possível fabricar produtos novos a partir de uma base antiga, podendo servir como itens de decoração para casa, jardins, funcionalidades, entre outros.

Quer um exemplo prático e utilizado em uma das cidades mais inteligentes do Brasil? 

Em 2015 essa ideia de transformação foi incorporada às demais práticas sustentáveis existentes em Curitiba. A capital Paranaense, que atualmente ocupa a terceira colocação no ranking, implantou as chamadas “Estações de Sustentabilidade”, que nada mais eram que contêineres marítimos inutilizados adaptados para receber recicláveis.

Esses materiais eram levados de forma voluntária pela população do entorno, justamente para torná-los responsáveis pela separação do lixo e induzi-los a repensar na produção de resíduos.

Ao mesmo tempo em que a população adquiria maior consciência sobre o consumo e descarte, a coleta desses materiais era facilitada, otimizando o trabalho dos caminhões responsáveis pela coleta e transporte até as unidades de reciclagem.

Como os cidadãos podem ajudar?

Se por um lado grande parte da população ainda não é engajada na causa da destinação correta dos resíduos, a menor a faz de modo incorreto. Por esse motivo, criamos uma passo a passo simples para você começar a mudar seus hábitos e contribuir na gestão dos resíduos sólidos da sua cidade.

Pare e pense: é realmente necessário adquirir determinado produto? Quais impactos que ele pode causar após ser utilizado? Se não tiver outra opção, pode partir para o passo 2.

  1. Entenda: há duas categorias de resíduos, os orgânicos e os recicláveis. Eles não devem ser depositados no mesmo recipiente. Por isso, SE-PA-RE.
  2. Higienização: para os recicláveis é aconselhável remover qualquer tipo de resíduo das embalagens utilizando água e sabão, pois facilita o processo de reciclagem e reaproveitamento no centro de  triagem.
  3. Descarte corretamente: após alocados em seus respectivos sacos de lixo, mantenha-os em locais secos até o dia de coleta.
  4. Tenha empatia: deixe os sacos de lixo em locais de fácil acesso aos coletores. Dessa forma, acidentes e transtornos podem ser evitados, agilizando o trabalho desses profissionais por toda a cidade.

A fórmula para melhorar a vida nas cidades pode ser sintetizada na expressão: poder público + população. Dessa forma, os resíduos poderão ser reaproveitados por meio da reciclagem e da reutilização, diminuindo os impactos tanto de produção quanto de descarte destes materiais nas cidades e no meio ambiente.

Para isso, é essencial que haja uma conciliação de valores entre os diversos setores e camadas sociais, tanto na política, economia, cultura e educação social, estabelecendo políticas de sustentabilidade compatíveis com o cenário ambiental do país e do mundo, estabelecendo metas e prazos para se atingir padrões satisfatórios.

 

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Concessões públicas e privadas: entenda a diferença https://exati.com.br/2019/10/22/concessoes-publicas-e-privadas-entenda-a-diferenca/ https://exati.com.br/2019/10/22/concessoes-publicas-e-privadas-entenda-a-diferenca/#respond Tue, 22 Oct 2019 13:03:54 +0000 https://blog.exati.com.br/?p=2019 A palavra concessão significa permitir e expressa o ato de conceder alguma coisa a alguém ou a uma instituição. No âmbito do serviço público e do direito administrativo, a palavra está relacionada ao ato pelo qual uma entidade governamental encarrega uma empresa, que costuma ser particular, para a prestação de um trabalho. Ou seja, é a gestão indireta de um serviço público no âmbito empresarial.

Concessão também se refere ao privilégio que o Governo dá às particulares ou empresas para que seja feita a exploração de serviços de utilidade pública. Há uma transferência da prestação do serviço público à iniciativa privada por um prazo determinado. Sendo assim, existem quatro concessões: a parceria público-privada (PPP), a comum, a administrativa e a patrocinada. 

Entenda abaixo a diferença entre as quatro:

Parceria público-privada

A parceria público-privada (PPP) é a promoção de obras e serviços públicos com ajuda do empresariado. São as companhias que elaboram, constroem e financiam o projeto que tenha interesse direto da população enquanto o governo apenas atua como comprador do serviço já pronto.

Tanto a concessão administrativa quanto a patrocinada são modalidades da PPP.

Nesse tipo de parceria a empresa é remunerada pelo governo (como dito, a concessão administrativa), ou a partir de uma combinação de recursos públicos e dos cidadãos (concessão patrocinada). 

Os contratos possuem uma duração que varia entre 5 e 35 anos, além do valor mínimo de R$ 20 milhões. Isso garante a estabilidade para a população, porque não há interrupções causadas pela troca da administração pública (de 4 em 4 anos). 

Qualquer obra e serviço público pode ser englobado em uma parceria público-privada. A propriedade dos bens em questão, contudo, continua sendo do Estado, mesmo que sejam geridas pelo setor privado durante a vigência do contrato. 

As principais vantagens da PPP são o fato do Estado ficar menos sobrecarregado, já que é reduzida ao essencial a atuação estatal, deixando de lado temas de menor impacto, como a pavimentação de vias. Além disso, como o governo apenas efetua com o pagamento, a tendência é que o processo de execução seja agilizado, porque o pagamento tende a ocorrer conforme o empreendimento fica pronto.

Concessão comum

A concessão comum é a modalidade em que os investimentos realizados pelos parceiros privados são capazes de viabilizar um serviço que seja de interesse público. Ou seja, não são necessários subsídios concedidos pelo Governo.

Nesse tipo de concessão a tarifa é cobrada da população através de impostos e também das outras receitas de administração do serviço, que são suficientes para fazer a remuneração do concessionário.

Um exemplo deste modelo de concessão são as praças de pedágio, já que as concessionárias recebem o pagamento da tarifa pelo usuário e ficam responsáveis pelas manutenções da rodovia.

A viabilidade é custeada pelos usuários potenciais do serviço, como pode ser visto no exemplo citado, o que torna o projeto autossuficiente e autossustentável.

Concessão administrativa

A concessão administrativa é definida pelo art. 2º da Lei 11.079/04 como o contrato de prestação de serviços em que a administração pública seja uma usuária direta ou indireta.

Essa definição se mantém mesmo que o fornecimento e a instalação dos bens necessários para o seu funcionamento sejam feitas e pagas pelo poder público. Ou seja, nessa concessão a empresa é remunerada apenas pelo governo.

Um contrato de concessão administrativa não exige, também, uma prestação de serviço público, mas sim a uma administração, como dito anteriormente.

A concessão administrativa ocorre, por exemplo, quando uma empresa é contratada para construir um presídio, já que, nesse caso, o poder público seria um usuário indireto.

Concessão patrocinada

A modalidade da concessão patrocinada ocorre quando os valores que são pagos pelos usuários do serviço não são suficientes para dar viabilidade ao projeto. Ou seja, é necessário que o poder público complete a remuneração do parceiro privado por meio de subsídios regulares ㅡ as contraprestações do governo.

Ela é, na realidade, uma forma de concessão comum, só que com requisitos próprios como a contraprestação do parceiro público ao privado, uma combinação de recursos públicos e tarifas cobradas dos cidadãos que utilizarão o serviço. 

Um exemplo de concessão patrocinada é a construção de uma rodovia, que exige um patrocínio por parte do governo, além da ajuda dos usuários, por meio do pagamento de tarifas de pedágio. 

As diferenças entre a concessão comum e a PPP 

A diferença entre uma PPP e uma concessão comum é que na primeira o governo deve bancar no mínimo uma parcela dos custos, enquanto na segunda esse valor parte inteiramente dos usuários. 

As PPPs têm uma parceria firmada entre o Estado e a iniciativa privada para a realização de um serviço de grande porte, como a construção de um hospital, um metrô ou a gestão da iluminação pública. As concessões, no caso, também envolvem a prestação de um serviço, mas eles são mais simples ㅡ como a manutenção de uma rodovia.

Nas PPPs o Estado continua a ser o dono dos bens, que permanecem públicos ㅡ o contratado presta um serviço pago ao poder público. Nas concessões também não há transferência de titularidade do bem para um dono particular, mas a empresa concessionária possui o direito de explorar a propriedade ou o serviço concedido.

Em relação ao pagamento pelo serviço, as PPPs podem tanto serem pagas totalmente pelo Estado quanto em parte pela população. Já as concessões comuns dependem totalmente do pagamento de tarifas pelos usuários.

Concessões no ramo da iluminação pública

A situação econômica atual do Brasil impede que o Estado cumpra as obrigações para com a população de maneira efetiva a todo o tempo, além de não conseguir promover a modernização de infraestruturas defasadas. 

A coexistência de empresas privadas no mercado possibilitam a criação de parcerias, entre elas e o poder público, para idealizar um cenário de inovações e a oferta de itens para alavancar os índices de qualidade de vida da população sem que haja uma dependência do governo.

As PPPs se tornaram, nas últimas décadas, uma alternativa para que as áreas públicas não fiquem estagnadas e possam receber melhorias ao mesmo tempo que empreendimentos privados são auxiliados. 

Os serviços de iluminação pública são o grande destaque das parcerias entre setores públicos e privados do mercado atual, principalmente porque com medidas simples são capazes de gerar muita efetividade no controle de gastos e economia de energia. 

Uma das maiores vantagens das PPPs nesse ramo é o aumento da eficiência energética da cidade, que permite a aplicação dos recursos economizados em outras áreas de interesse público.

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